DESTAQUE: Junta de Freguesia de Ribeira Chã adquire obras do Festa Redonda para nova sede. Ver Iniciativas
Aceitamos propostas de projectos na área da Escultura e Cinema.

O Festival Festa Redonda, que decorrerá nas nove ilhas dos Açores, arrancou no dia 25 de Outubro de 2007 e irá prolongar-se durante dezoito meses até Abril de 2009.

O evento, cujo nome presta homenagem ao escritor açoriano Vitorino Nemésio que escreveu “Festa Redonda, Décimas e Cantigas de Terreiro Oferecidas ao Povo da Ilha Terceira” (1950), pretende facilitar o acesso de algumas franjas da população açoriana mais votadas ao isolamento a várias formas de cultura, contribuir para o desenvolvimento do potencial turístico das ilhas do arquipélago e divulgar jovens valores em nove áreas de criação artística distintas.

As mostras de Arquitectura/Design, Cinema, Dança, Escultura, Fotografia, Literatura, Música, Pintura e Teatro vão correr os Açores durante ano e meio, numa lógica de festival itinerante. Cada Arte estará em cada ilha por um período máximo de dois meses.

Esta é uma iniciativa da Associação Cultural Festa Redonda, criada com um objectivo que ultrapassa a realização deste evento único: ajudar a desenvolver regiões e comunidades, através da Arte e da Cultura, levando a locais isolados artistas, programadores, agentes culturais e realizações culturais que, de outra forma, não seriam aí acessíveis.

domingo, 5 de outubro de 2008

Parque habitacional da Praia da Vitória em crescimento


A MCFreitas Mediação Imobiliária está a comercializar, em regime de exclusividade, o novo empreendimento residencial da Praia da Vitória, na Ilha Terceira.
Localizados em pleno centro da cidade, com o complexo da Marina e Praia dos Banhos a menos de 50 metros, os 16 apartamentos, de tipologias T2 e T3, actualmente disponíveis no mercado imobiliário fazem parte de um conjunto de 20 imóveis, distribuídos por dois pisos, em regime de condomínio fechado.
Um novo espaço habitacional que alia o conforto à segurança, pelo que todos os apartamentos estão dotados de alarme, cofre interior, ar condicionado, cozinha de design moderno e totalmente equipada, quartos com roupeiros embutidos e casas de banho com banheira de hidromassagem.
Fora das habitações, mas nas áreas comuns do empreendimento, outros pormenores fazem parte das mais valias oferecidas, como, os amplos jardins que permitem desfrutar de um ambiente natural em pleno centro da cidade, as vistas sobre o mar e a serra, ou a proximidade a infra-estruturas educativas, comerciais e públicas.
A comercialização deste novo empreendimento residencial na Praia da Vitória, apoiada pela Associação Cultural Festa Redonda, traduz-se num significativo incremento do parque habitacional da região, principalmente num segmento de qualidade médio/superior.

terça-feira, 30 de setembro de 2008

Praia da Vitória recebe primeiro empreendimento turístico verde



Dentro de dois anos, a Praia da Vitória, na Ilha Terceira, terá a primeira unidade hoteleira de luxo. A par das 28 unidades de alojamento, que significam um acréscimo de 92 camas na oferta de alojamento turístico da ilha, o Atlântida Mar – Aparthotel será o primeiro hotel do arquipélago dos Açores com preocupações ambientais.
O projecto apresentado pela Atlântida Mar – Empreendimentos Turísticos Lda., a empresa responsável pela construção do novo empreendimento turístico, e apoiado ao nível da captação de investimento pela Associação Cultural Festa Redonda constitui uma resposta ao aumento da procura da Ilha Terceira como destino turístico de férias e estadias de família, sobretudo por turistas do continente e estrangeiros.
Com um modelo arquitectónico ao estilo contemporâneo, a unidade hoteleira, prevista para uma classificação de quatro estrelas, colocará no mercado 28 unidades de alojamento, distribuídas por três pisos. A par dos dez quartos duplos, 16 apartamentos T0 com divisória para uma cama extra convertível, um apartamento simples T1 e um apartamento T1 duplex, o Atlântida Mar – Aparthotel disponibilizará, ainda, todo o apoio logístico associado, um bar e uma sala de pequenos-almoços.
Com óptimas acessibilidades, como a futura Avenida Marginal, e tendo a baía da Praia da Vitória como horizonte, o empreendimento disponibilizará uma piscina exterior de água doce e uma zona verde e arborizada de lazer, proporcionando ao turista uma das paisagens mais bonitas do arquipélago.
Orçado em mais de dois milhões de euros, o Atlântida Mar – Aparthotel estará devidamente equipado para acolher pessoas de mobilidade reduzida.

Primeira unidade hoteleira para “Turistas Ecológicos”

Além da certificação do Sistema de Gestão de Qualidade (Norma ISO 9001:2000), o Atlântida Mar - Aparthotel deverá ser a primeira unidade hoteleira do arquipélago dos Açores a receber duas certificações de desempenho ambiental - registo no sistema de eco gestão e auditorias "EMAS" e adesão ao sistema comunitário "Rótulo Ecológico", um galardão apenas atribuído até ao momento a dois empreendimentos em Portugal, um na Madeira e outro no Norte do país.
A par das preocupações de eficiência energética, como a aquisição de equipamentos eléctricos de classe A ou superior, lâmpadas de baixo consumo e o aquecimento da água através do aproveitamento do calor do ar, a poupança de água e a separação e reciclagem de resíduos constituem duas prioridades para a empresa responsável pela gestão do empreendimento. Para tal, está prevista a colocação de dispositivos redutores do caudal de água das torneiras, chuveiros equipados com temporizadores e a instalação de ecopontos.
Situado naquele que é considerado um dos maiores ecossistemas nacionais, o Atlântida Mar – Aparthotel tenciona apostar nos recursos naturais da ilha Terceira, disponibilizando aos seus clientes actividades de animação turística que passam pela prática de golfe, pesca desportiva, passeios de barco, mergulho, observação de aves, passeios pela natureza e espeleologia, entre muitas outras actividades.


segunda-feira, 29 de setembro de 2008

Município da Praia da Vitória incentiva investimentos no turismo





Em resposta à crescente procura turística que a região tem sido alvo, o Município da Praia da Vitória quer ampliar a sua área de lazer ao autorizar a construção de infra-estruturas e equipamentos turísticos na freguesia do Porto Martins.
Isso mesmo está contemplado no Plano Director Municipal (PDM) que, ao abrigo dos subespaços turísticos, consagra um terreno urbano com uma área total de 25 mil metros quadrados à “construção de unidades hoteleiras de alojamento”, conforme o disposto no ponto 3, do Artigo 31, do referido instrumento de planeamento e ordenamento territorial.
O PDM não só estabelece o perímetro do terreno urbano disponível na Canada São Vicente – delimitado a nordeste pelo Caminho do Recanto, a noroeste pelo Caminho de Santo António, a sudoeste pela canada das Vinhas e a sudeste pela orla marítima, mas também um conjunto de regras a que as construções deverão obedecer, em nome da preservação paisagística e ambiental.
Os futuros investimentos turísticos, que contarão com o apoio da Associação Cultural Festa Redonda no que concerne à captação de investidores para o projecto, deverão nascer nas faixas, de ambos os lados, das vias asfaltadas e infra-estruturadas, até uma profundidade máxima de 30 metros e com uma frente mínima de 20 metros.
O Artigo 34 do PDM estipula, ainda, que a área bruta de construção máxima é de 120 metros quadrados (m2), mais anexo, desde que os anexos não ocupem mais de 10 por cento da área total do lote e não ultrapassem 50m2, não devendo os edifícios ultrapassar os 4,5 metros de altura. O respeito pela linguagem arquitectónica tradicional em alvenaria de pedra e panos de reboco pintado na cor branca, a manutenção das explorações agrícolas existentes e dos muros de vedação em pedra arrumada, à semelhança dos existentes nas áreas agrícolas, estão entre o rol de regras definidas no documento.

quinta-feira, 5 de junho de 2008

S. Miguel recebe etapa de Escultura até 26 de Junho

Em São Miguel, a próxima e quarta etapa do Festival Festa Redonda, que decorre entre os dias 1 de Maio e 26 de Junho, será subordinada ao tema da Escultura.
Estarão patentes em diversos locais da cidade de Ponta Delgada as seguintes exposições/ obras: O Mandacaru pede passagem, de Clênio Bolson (Brasil); (O)pressão, de Paulo Moura; Sentir o Azul, de Isabel Sousa Carvalho; Torre de Vigia, Mulher de Ferro, Aos Avós e Ela na Praia, de Leonor Carvalho; e Busto de Vitorino Nemésio, de Hélder Carvalho.
O Festival Festa Redonda, que decorrerá nas nove ilhas dos Açores, arrancou no dia 25 de Outubro de 2007 e irá prolongar-se durante dezoito meses até Abril de 2009. As mostras de Arquitectura/Design, Cinema, Dança, Escultura, Fotografia, Literatura, Música, Pintura e Teatro vão correr os Açores durante ano e meio, numa lógica de festival itinerante. Cada Arte estará em cada ilha por um período máximo de dois meses.
Esta é uma iniciativa da Associação Cultural Festa Redonda, criada com um objectivo que ultrapassa a realização deste evento único: ajudar a desenvolver regiões e comunidades, através da Arte e da Cultura, levando a locais isolados artistas, programadores, agentes culturais e realizações culturais que, de outra forma, não seriam aí acessíveis.

Documentário sobre São Jorge arranca em Junho

O Festival Festa Redonda acaba de seleccionar o projecto de documentário vencedor para a ilha de São Jorge no âmbito da iniciativa 9 ilhas, 9 documentários.
A proposta da realizadora Catarina Afonso e do produtor Nuno Soares é “viver S. Jorge, é mostrá-lo como ele é, do nascer ao pôr-do-sol”, como explicam na nota de intenções.
O documentário, cujas primeiras filmagens decorrerão já no próximo mês de Junho, pretende mostrar como são as gentes da ilha, como se organizam em sociedade e em que investimentos e projectos (culturais, sociais e económicos) se alicerça o seu futuro.
Nesta, como nas outras ilhas, interessa perceber de que forma se adapta aos dias de hoje, que indústrias florescem e quais as novas oportunidades que são criadas para um crescimento sustentado da ilha e das suas gentes”, defendem.

Catarina Afonso, natural do Porto, é licenciada em Som e Imagem, com especialização em Imagem, TV, pela Universidade Católica Portuguesa (2005). Realizou a curta-metragem “Pé de Feijão”, vencedora do IV Festival de Curtas-metragens de Oeiras. O filme, apresentado em diversos festivais nacionais e internacionais, fez ainda parte do programa de itinerância do ICAM.
Realizou a curta-metragem “As Aventuras de D. Queixotes e Sancho Só Pança” e o documentário “As Ilhas” (sobre as ilhas – nome dado aos conjuntos de habitações sociais, originalmente de operários, exíguas e organizadas em fileiras, que existiam em grande número na segunda metade do século XIX - do Porto). Fez a realização fotográfica e de vídeo de um documentário sobre os bordados da ilha da Madeira: “Craft”.
Como assistente de realização, trabalhou em programas como Ponto Verde e Jornal Verde (exibidos na RTP2) e Mobiliário em TV (RTPN).
Foi produtora da curta-metragem “Bilhete de Ida” e assistente de produção na Gala Pirilampo Mágico e na 1ª Gala World Press Cartoon. Tem desenvolvido, complementarmente, funções como argumentista e nas áreas da sonorização (foley) e do grafismo.

Também do Porto, Nuno Soares licenciou-se, em 2005, em Som e Imagem pela Universidade Católica Portuguesa, com especialização em Imagem, TV.
No seu percurso profissional na área audiovisual, tem trabalhado tanto para televisão como para cinema. Destacam-se alguns trabalhos, entre eles, como produtor precisamente da curta-metragem “Pé de Feijão” e do documentário “Craft”.
Também na televisão, os caminhos dos dois profissionais se cruzaram: Nuno foi responsável, como produtor, pelos programas Ponto Verde, Jornal Verde (RTP2) e Luz Verde (Axn).
Realizou a curta-metragem “Bilhete de Ida” e o Making Of da curta-metragem “29-41”.
É professor na Escola Superior Artística do Porto, onde lecciona a cadeira de Produção.
Participou, ainda, em vários projectos como foley e sound design, desenvolvendo e concebendo as trilhas sonoras, como é o caso do programa Mobiliário em Televisão, exibido na RTPN.

A iniciativa 9 Ilhas, 9 Documentários pretende documentar cada uma das 9 Ilhas dos Açores sob um olhar muito especial. O arquipélago foi já objecto de inúmeros e variados documentários, realizados e produzidos por agentes nacionais e estrangeiros. Pretende-se agora uma abordagem nova e fresca, não sobre as paisagens e o mar açorianos, sobejamente conhecidos, mas sobre realidades culturais e sociais específicas de cada uma das ilhas.

Linha Diagonal: Festival Festa Redonda e Capital Europeia da Cultura Talin 2011 (Estónia)

O Projecto Festa Redonda vai programar, até ao final deste ano, uma iniciativa proposta pelo jornalista e escritor João Lopes Marques, a que o próprio chamou provisoriamente de Linha Diagonal.
O objectivo é estabelecer nos próximos anos uma linha directa entre os Açores e Talin, na Estónia, cidade onde vive actualmente Lopes Marques e que receberá em 2011, a par de Turku (Finlândia), a Capital Europeia da Cultura - precisamente uma diagonal, atendendo à posição do arquipélago português e da Estónia no mapa da Europa.
Uma das acções em que esta ligação se materializará será o intercâmbio entre artistas seleccionados pelo Festival Festa Redonda e artistas estónios.
João Lopes Marques é jornalista há 12 anos, vive actualmente entre Lisboa e Talin, capital da Estónia. Colabora com várias publicações, entre as quais a revista de viagens Volta ao Mundo, e é o guionista do programa televisivo "Cuidado com a língua".
Assume-se sobretudo como repórter de viagens. Em 2007, publicou o seu primeiro romance, “O Homem que Queria Ser Lindbergh” (Oficina do Livro).
A par com o realizador Pedro Araújo, pretende criar uma produtora de conteúdos multimédia na ilha de Santa Maria, um projecto candidato ao apoio do Governo Regional dos Açores, através do SIDER - Sistema de Incentivos para o Desenvolvimento Regional dos Açores.
A ideia da Diagonal entre os Açores e a Estónia também partiu do facto de estar localizado no arquipélago português o ponto mais ocidental da Europa – Fajã da Aldeia Grande, concelho de Monchique, ilha das Flores - e daquele país ser o mais setentrional e mais ocidental da Europa do Norte.
Com uma superfície de 45 227 km2, a Estónia localiza-se na costa oriental do Mar Báltico, compondo com a Letónia e a Lituânia a região do Báltico. É o país mais fronteiriço do velho continente, onde se cruzam as fronteiras da Europa do Norte e Central e as da Europa do Leste e Central. Fronteiras geográficas, culturais, linguísticas e históricas.
A Estónia tem 1 milhão e meio de habitantes e, à semelhança dos Açores, é uma terra verde, coberta em cerca de metade do seu território por florestas (20 000 km2). Compreende mais de 1 500 ilhas, sendo as maiores as de Saaremaa, Hiiumaa, Muhu e Vormsi. Aderiu à União Europeia em 2004.

Produtora de conteúdos audiovisuais vai nascer em Santa Maria

Projecto empreendedor de Filipe Araújo tem o apoio do Festa Redonda

Filipe Araújo, realizador e jornalista, e o escritor João Lopes Marques vão criar uma produtora de conteúdos audiovisuais com sede em Santa Maria. Este projecto empreendedor de Filipe Araújo, que esteve recentemente na ilha no âmbito do Festival Festa Redonda, em que participa, é candidato ao apoio do Governo Regional dos Açores, através do SIDER - Sistema de Incentivos para o Desenvolvimento Regional dos Açores.
O SIDER tem como objectivo promover o desenvolvimento sustentável da economia regional, através de um conjunto de medidas que visam o reforço da produtividade e competitividade das empresas.
O projecto Festa Redonda abraça, com o apoio a esta produtora, uma vertente nova, de incentivo ao empreendedorismo nas ilhas mais pequenas dos Açores, à criação de empresas e, consequentemente, de novos postos de trabalho.
Filipe Araújo é já uma figura conhecida de alguns açorianos por causa da sua participação no Festival Festa Redonda: está presente na selecção de Cinema com os filmes “C-Mail, Quando o Correio Chega Por Mar” e “Selvagens, A Última Fronteira” e na iniciativa 9 Ilhas, 9 Documentários com um projecto de documentário precisamente sobre Santa Maria. Com realização de Filipe Araújo e fotografia de Carlos Isaac, “Horizonte” encontra-se em fase de produção. Araújo esteve, de resto, recentemente em Vila do Porto, por ocasião da inauguração da etapa de Cinema do festival na ilha.
Actualmente estabelecido em Madrid, Filipe Araújo nasceu em 1977. Da sua filmografia, constam quatro curtas documentais: A Aldeia do Viagra (Portugal, 2005 - Finalista da edição de 2005 da Mostra de Vídeo de Lisboa, da Videoteca Municipal de Lisboa), C-Mail, Quando o Correio Chega Por Mar (Portugal, 2005 - Filme mais visto da edição de 2005 do Videomission, International Video Reporting Award, na Alemanha, e Primeira Menção Honrosa do IV Festival de Curtas de Oeiras, em Portugal, com exibições paralelas em mostras e festivais de cinema e vídeo em Lisboa, Porto, Barcelona, San Sebastian, Strumica, Tirana, e Açores - Festival Festa Redonda), Selvagens, A Última Fronteira (Portugal, 2006 - Selecção Oficial do Documenta Madrid ’07, Oxdox - Oxford International Documentary Film Festival, único filme português em competição na 23ª edição do Festroia, com estreia nacional na SIC Notícias, integrado na selecção do Festival Festa Redonda) e Hay Rap En El Barrio (Espanha, Portugal, 2007).
No final de 2006, criou a marca Blablabla Media (www.blablablamedia.com) com o jornalista, escritor e argumentista João Lopes Marques. É através desta chancela independente que produz os seus documentários e conteúdos multimédia.
João Lopes Marques é jornalista há 12 anos, vive actualmente entre Lisboa e Tallinn, capital da Estónia. Colabora com várias publicações, entre as quais a revista de viagens Volta ao Mundo, e é o guionista do programa televisivo "Cuidado com a língua".
Assume-se sobretudo como repórter de viagens. Em 2007, publicou o seu primeiro romance, “O Homem que Queria Ser Lindbergh” (Oficina do Livro).

terça-feira, 27 de maio de 2008

Junta de Freguesia de Ribeira Chã adquire obras do Festa Redonda para nova sede


O Festival Festa Redonda celebrou recentemente um acordo de cooperação cultural com a Junta de Freguesia de Ribeira Chã, no concelho de Lagoa, em S. Miguel, com o objectivo de intervir na decoração da nova sede da autarquia com obras inéditas de diversos artistas plásticos ligados ao festival.
O edifício a inaugurar dia 1 de Junho, numa cerimónia que contará com a presença do Governo Regional dos Açores, albergará 27 obras de artistas seleccionados pelo Festival: Catarina Machado, Isabel Monteiro, Patrícia Timóteo (Pintura), Carla Mendes (Fotografia) e Isabel Sousa Carvalho (Escultura).
As obras de ampliação que agora terminam trarão uma importante melhoria ao funcionamento da autarquia local e à forma desta interagir com a população. A freguesia de Ribeira Chã, de acordo com os últimos Censos de 2001, tem apenas 366 habitantes. Para um evento, como o Festa Redonda, que tem por objectivo facilitar o acesso de algumas franjas da população açoriana a várias formas de cultura, contribuir para o desenvolvimento do potencial turístico das ilhas do arquipélago e divulgar novos valores em nove áreas de criação artística distintas, esta era uma oportunidade de ouro.
O conjunto impressionante de obras de arte agora adquirido pela Junta de Freguesia de Ribeira Chã poderá contribuir para colocar a comunidade no roteiro de outros micaelenses.
A obra de ampliação custou quase 155 mil euros e foi financiada pela Câmara Municipal de Lagoa, com o apoio do Governo Regional dos Açores, através de um contrato ARAAL, no valor de 71 719 euros.
Foi construído um novo edifício – onde ficarão uma cave, instalações sanitárias públicas e seis salas destinadas ao atendimento, formação e reuniões - para colmatar a falta de espaço que existia no anterior.
No novo espaço (na cave), vão funcionar a sede da Associação de Jovens da Ribeira Chã e um Posto de Informação Juvenil, cuja abertura está prevista para Julho.
A cerimónia da inauguração da nova sede da Junta de Freguesia da Ribeira Chã será presidida pelo Presidente do Governo Regional dos Açores, Carlos César, e contará com a presença do Presidente da Assembleia Municipal, João Manuel Moniz, do Presidente da Câmara Municipal de Lagoa, João Ponte, e da Presidente da Junta de Freguesia da Ribeira Chã, Albertina Oliveira.
O Festival Festa Redonda cumpre assim o objectivo e o desejo de ser parte activa na dinamização de comunidades açorianas pequenas e/ ou isoladas.


Novo edifício receberá exposição da etapa de Escultura em S. Miguel
Também no dia 1 de Junho, será inaugurada uma exposição no âmbito da etapa de Escultura do Festival Festa Redonda em S. Miguel: estarão patentes no jardim da Junta de Freguesia diversas obras de exterior até ao final desse mês.



Águas Furtadas & Outras Ausências


Águas Furtadas & Outras Ausências é o segundo filme da Trilogia das Ausências, iniciada em 2005 com a longa-metragem Ausências de Espírito.
Dividido em três novos segmentos, o filme continua a explorar as mesmas temáticas da saudade e ânsia de preencher um vazio espiritual; desta vez, apresentando diversas personagens que, directa ou indirectamente, estão ligadas à mítica figura do poeta exilado Tomás.
Com um elenco internacional liderado por Martina Goodman, Luís Correia Carmelo, Ivania Elena, Martin Nowacki, Alexandre Guedes de Sousa e Sara Aleixo, Águas Furtadas estende igualmente a sua abordagem multicultural à banda sonora, na qual se pode encontrar Matt Howden, J.S. Bach, Tierna Mangano, Neil McSweeney, Cânticos Tradicionais do Quénia, Paul da Silva e Adriana Miki.
A trilogia, escrita e realizada por João Paulo Simões, conclui em 2009 com Ausências Que Ficam.


Ver biografia de João Paulo Simões

João Paulo Simões


Nascido a 4 de Janeiro de 1976, João Paulo Simões viria a explorar diversas formas de expressão artística, antes de as consolidar numa única arte – a do Cinema.
A sua filmografia é eclética e distinta tanto na abordagem formal como no conteúdo; tendo sido também pontuada ao longo dos anos por trabalhos nas áreas dos documentários e videoclips.
Para além da Captüra Filmes, a sua produtora independente criada em 2003, João Paulo Simões gere desde 2007, como complemento profissional, a Frontier Media, com a qual produz e dirige projectos nas já referidas áreas periféricas. Dos seus trabalhos cinematográficos destacam-se Torpor, Ausências de Espírito, Antlers of Reason, Águas Furtadas & Outras Ausências e Torpor Rvisitado (actualmente em produção).

quinta-feira, 15 de maio de 2008

Marc Weymuller


Marc Weymuller nasceu na França, em Marselha, em 1965. Desde 1989 que escreve e realiza obras de ficção ou documentários de autor, em alternância com filmes por encomenda. Em 1988 descobre Portugal, onde roda vários filmes. Em 2007, conhece o produtor Francisco Villa Lobos e, a seu pedido, acompanha durante dois meses o realizador Vicente Jorge Silva na rodagem do filme « As Ilhas Desconhecidas ». Descobre, assim, as nove ilhas do arquipélago dos Açores.

Um dia tranquilo, entre céu e mar


Um projecto de documentário sobre a ilha do Pico a realizar por Marc Weymuller

Nota de intenções

Imaginai a voz desse escritor Dias de Melo, lendo alguns excertos dos seus livros, interrogando-se sobre o quotidiano, uma voz espectral, que fala nesse intervalo entre dois mundos: aqui, agora, algures, noutro tempo.

Aprendi uma coisa: apenas mostramos bem o que está em vias de desaparecer. Na Calheta de Nesquim, é toda uma maneira de estar no mundo que se vai extinguir. Por isso mesmo, ela aparece mais claramente aos nossos olhos. Aqueles que lá estão, sem fazer nada, o que esperam? Até quando estarão lá? E esse escritor, cujo nome figura já, « imortalizado », numa placa de rua, porque continua a escrever, para escapar a que fatalidade, a que medo? Surgiu a ideia de um filme. Pôr a câmara diante de uma janela no canto de uma casa ou de um café, no adro de uma igreja, no segredo de uma ruela. Esperar para ver o que se passa e como se passa. Ficar ali, onde parece que nada mais irá acontecer. E escutar a voz daquele que narra, que se interroga. Ao contar um dia de Dias de Melo na sua aldeia natal, ao ouvi-lo narrar o seu quotidiano habitual, contamos também a história colectiva de muitas outras pessoas idosas dos Açores, a do luto precoce, da solidão, da melancolia. A dos lugares abandonados pela grande história, das portadas fechadas, das casas abandonadas. « Quem vê um povo, vê o mundo todo ». Contamos também a história mais vasta de todos aqueles que assistem impotentes ao fim de uma era, que vêem o tempo fugir e tentam em vão impedi-lo. Ao filmar não faço mais do que reter o mundo que se escapa, prolongando um olhar, uma escuta, uma memória.

Ver biografia de Marc Weymuller

quinta-feira, 8 de maio de 2008

Exposição e Workshop de Ilustração


Exposição de Ilustrações para a infância

Tenho um armário cheio de ideias. Números que saltam. Todas as fórmulas que aprendi. Onde estão? Ainda devem viver em algum lado.
Aparecem por vezes numa gaveta ou jarra com plantas velhas. O vento por vezes também traz operações de geometria.
Dividir uma linha recta. As estatísticas e as máquinas - ocupam as prateleiras e partilham o espaço com as bicicletas e os meus livros de história.
1,2,3,4,5,6,7,8,9,10
Com 2 anos as crianças são já capazes de contar.
Elas têm uma capacidade invulgar de estabelecer relações e criar mundos quase abstractos.
A ilustração é uma linguagem que acrescenta níveis de leitura a um texto. Mas pode ela própria ser o veículo do conteúdo.
Nesta exposição mostro diferentes formas de abordar o universo da ilustração, e em que a colagem é um elemento unificador das várias abordagens.
Ilustrações em exposição - cerca de 30 de diferentes projectos: Colecção Histórias do Senhor Valéry, Colecção Rimas de Inventar, White Square Figures, Prémio Jovens Criadores e Ilustrações de jornais e revistas.

Workshop de Ilustração para Crianças

No dia da inauguração da exposição estou disponível para fazer uma aula de ilustração com um grupo de cerca de 20 crianças com idades a partir dos 4 anos.
O objectivo é que elas elaborem uma ilustração tendo como ponto de partida um pequeno texto. A técnica a explorar é a colagem como forma gráfica, explorando o potencial estético dos materiais.
Os materiais a utilizar são de desperdício (recortados de jornais e revistas, letras, papel colorido, tecidos) e elementos vegetais, fornecidos por mim. Cada criança deve trazer uma tesoura de bicos redondos, cola e papel branco.

Por Raquel Caiano

A ilustração foi publicada no número 2 da revista GINGKO, ilustrando um artigo sobre a obesidade infantil e como os pais podem lidar com o problema

Ver biografia

Rachel Caiano


Nasceu em 1977.
O Livro "Os Dois Lados" foi seleccionado para a Exposição "The White Ravens 2008" - Uma selecção internacional dos melhores livros de 2007 - organizada pela International Youth Library, patente na Feira do livro infantil de Bolonha.
Venceu o Prémio de Jovens Criadores 2007 na área da ilustração.
Desenvolveu, em 2005, um projecto artístico - com o objectivo de explorar a relação das crianças com objectos, ideias e conceitos - para o Teatro Aveirense, baseado no livro “O Senhor Valéry” de Gonçalo M. Tavares.
Realizou vários workshops de ilustração a crianças do 5º ano e leituras encenadas.
Exposições individuais: “O rádio que engolia sons”, na galeria Respública, 2004; “Viagens a países imaginários” e “Riscos e construções” na livraria “o Navio de espelhos”, entre outras. Várias Exposições colectivas.
Ilustrou os livros: Colecção o ”O Bairro” de Gonçalo M. Tavares, publicada pela Caminho, de onde se destaca “O senhor Valéry” (prémio Branquinho da Fonseca de Literatura para a Infância da Gulbenkian/ Expresso); “Real…mente”, de Teresa Guedes, parte do plano nacional de leitura, 2005, Caminho; “Histórias tais animais e outras mais” e “Histórias de Patente com Tenente e Outra Gente”, de Pedro Teixeira Neves, 2007 Caminho.
Tem ilustrações em várias publicações, como as revistas Magazine Artes, Pais e Filhos, Aprender a olhar, Colóquio Letras, Notícias Magazine, Egoísta, Atlantis, Pessoal, Domingo e no jornal A Capital.
Trabalha na criação de espaços e objectos de autor.
Curso de Realização Plástica do Espectáculo da Escola Sup. de Teatro e Cinema.
Bolseira do Centro Nacional de Cultura, com o projecto Personagens para uma realidade inútil, na área de Artes do Espectáculo. Bolseira do M.C em 2002, na área de Dramaturgia.
Frequentou Arquitectura na Lusíada e Artes Gráficas no Ar.Co.

terça-feira, 6 de maio de 2008

Porto Formoso


Um projecto de documentário sobre a ilha de S. Miguel por Amaya Sumpsi

Nota de Intenções

A motivação inicial que deu lugar ao nascimento deste projecto foi a vontade de transmitir, através da linguagem audiovisual, um mundo que considero repleto de vida e expressividade e que, no entanto, apesar de profundamente açoriano, é frequentemente esquecido e abandonado em favor de produtos mais “atractivos”. Quero mostrar o que resta duma forma de vida intrínseca à cultura açoriana e portuguesa, que tem vindo a ser suplantada por uma indústria piscatória despersonalizada e arrasadora.
Proponho este documentário como uma homenagem aos últimos pescadores de “boca aberta”, de forma a contribuir para a preservação desta cultura tradicional: tenciono fazer ouvir a voz dos mestres antes que esta se apague, motivando-os a partilhar a suas perspectivas e experiências de vida, tão diferentes das da nossa geração. Assim, este documentário é também uma aprendizagem através de um processo de partilha que leva a descobrir, a cada instante de convivência com as pessoas desta comunidade, um mundo complexo de relações humanas.
Desta maneira, tenciono aproximar as vivências destes homens e do mundo das pescas ao nosso presente actual, dominado pela tecnologia e o consumismo, e curiosamente alheio ao passado. Considero assim que este projecto reúne todas as condições para não só mostrar o quotidiano desta comunidade de pescadores, como também para contar uma história que prenda o espectador pela sua humanidade. Pretende-se aproximar a comunidade piscatória dos Açores das outras comunidades através da empatia que uma história pessoal e real cria entre o protagonista-espectador.
A mim, como realizadora, cabe-me estruturar os acontecimentos explorando o seu passado, presente e futuro para os transmitir ao espectador. Porém, não quero limitar o meu papel apenas ao de mero observador, como elemento passivo perante a acção. Tenciono intervir mas não influenciar: promover a discussão, questionar o estabelecido por anos de tradições e por convenções sociais, avivar a consciência adormecida motivando o debate. No entanto, não pretendo com esta atitude favorecer uma determinada posição. Não tomo partido, mas encorajo para que se tomem posições, sejam elas quais forem desde que devidamente argumentadas.

Amaya Sumpsi

Amaya Sumpsi


Natural de Madrid, licenciou-se em Realização de Cinema e Televisão, na Escola Superior de Artes e Espectáculos de Madrid, em 2003. A esta licenciatura acrescenta uma segunda em Literatura e Escrita na Universidade Complutense de Madrid.
Em Espanha, realiza duas curta-metragens de ficção: "Ronny" (16mm), com guião adaptado dos Irmãos Cohen e "Carla" (35 mm) com argumento original. Colabora com o Ministério de Agricultura na escrita, realização e montagem da peça audiovisual “Jó, qué cena!”. Participa em diversos projectos audiovisuais em áreas como produção, realização e argumento.
Chega a São Miguel, Açores, em 2003. Durante a sua estadia trabalha para a Kairós- Criações Periféricas como responsável pelo laboratório de fotografia e na organização de eventos como a Maratona de Fotografia de São Miguel e o Torneio de Fotografia Subaquática do lhéu de Vilafranca. Muda-se para Lisboa em 2005 e, além de colaborar na produção de doumentários como “Waiting for Europe” (Chrisitine Reeh) e “O Homem Criança” (Tiago Pereira), junta-se a Rita Figueiredo e Sandra Gomes para montar o projecto “Docfilmes” (www.docfilmes.com), através do qual faz vídeos para empresas como BlockBuster; Throttlemann; making of´s para as últimas longas-metragens de Atalanta Filmes e vídeos institucionais para Artemrede. Igualmente, dedica-se à legendagem de filmes para os mais diversos festivais: DocLisboa, Indie Lisboa, European Film Festival, entre outros.

Nathalie Mansoux


Nathalie Mansoux, de 33 anos, é licenciada em Antropologia pela Universidade Paris X (1999), onde já tinha concluído um Bacharelato em História (1995). Durante a licenciatura, frequentou o curso de Antropologia Social no ISCTE, em Lisboa, à boleia do programa Erasmus, e realizou o trabalho final do curso sobre a revalorização da Baixa Pombalina. Tem formação em Cinema Etnográfico.
O seu trabalho na área do cinema começou em 2002, quando coordenou o Festival de curtas-metragens Os Invisíveis (Centro Cultural e Recreativo Chapitô). Em 2002 e 2003, foi responsável pelas Videotecas do Festival DocLisboa e do Cinéma du Réel (Paris).
Desde 2003 até à actualidade que faz tradução e legendagem de filmes para a Cinemateca Portuguesa – Museu do Cinema. Entre 2005 e 2007, também fez a legendagem de filmes para os festivais DocLisboa e IndieLisboa.
Entre 2002 e 2007, fez a pesquisa e foi assistente de realização para o documentário Ruas da Amargura, de Rui Simões, sobre os sem-abrigo e as instituições de apoio à população marginalizada em Lisboa. No mesmo período, foi operadora de câmara e montagem de vídeos promocionais.
Entre 2005 e 2008, realizou “Via de Acesso”, o documentário de 90 minutos que lhe valeu, agora em Maio, o Prémio para Melhor Longa-Metragem Portuguesa no Festival Indie Lisboa 2008: os últimos habitantes da Azinhaga dos Besouros, na periferia de Lisboa, não têm direito ao realojamento; vivem a demolição do seu bairro, onde no futuro irá ser construída uma via rápida.
Em 2007, realizou “Femmes en Construcción”, um documentário sobre a construção de um centro comunitário para mulheres em Joal-Fadiouth, Senegal (co-produzido por Arquitectos sin Fronteras, Espanha).
No currículo, conta ainda com “Mémoires” (documentário, 2005) e “De Paso por Juchitán”. O último, um documentário de 2001 sobre uma comunidade reivindicativa do Sudeste mexicano (co-produção Callysta productions e CitizenTV) ganhou o Prémio Melhor Documentário no Festival Ovarvídeo 2002 e integrou as selecções do Malaposta 2001 e Vozes Contra El Silencio 2002.

terça-feira, 29 de abril de 2008

Documentário sobre São Jorge


Um projecto de documentário de Catarina Afonso e Nuno Soares

Nota de intenções

A intenção deste documentário é viver S. Jorge, é mostrá-lo como ele é, do nascer ao pôr-do-sol.
Como são as suas gentes, como se organiza a sua estrutura social, quais são os investimentos e projectos para o futuro, tanto em termos culturais, como sociais e económicos. Nesta, como nas outras ilhas, interessa perceber de que forma se adapta aos dias de hoje, que indústrias florescem e quais as novas oportunidades que são criadas para um crescimento sustentado da ilha e das suas gentes.

Mais do que criar um postal de visita audiovisual, interessa, sim, contar uma história, uma história próxima do que é a realidade da sua história, do seu passado, do seu presente e os objectivos para o seu futuro.
Como se procede a um crescimento sustentado, orientado para um futuro mais promissor e com mais oportunidades para as populações dos concelhos e das povoações. Quais as expectativas dos jovens quanto às oportunidades que a ilha lhes propõe e oferece? E os idosos?
A intenção é conhecer, nas suas múltiplas vertentes e com diferentes contributos, qual é a realidade da ilha e qual é o seu potencial social, cultural e económico. Dar a conhecer uma das nove realidades numa panóplia de riqueza e experiências diferentes, com sotaques e vivências diversas, no fundo, explorar também uma outra realidade, que tanto pode ser semelhante ou não à nossa, que agora nos propomos à realização deste documentário, contagiados pela curiosidade em a conhecer.

Ver biografias de Catarina Afonso e Nuno Soares

Nuno Soares


Natural do Porto, Nuno Soares licenciou-se, em 2005, em Som e Imagem pela Universidade Católica Portuguesa, com especialização em Imagem, T.V.
No seu percurso profissional na área audiovisual, tem trabalhado tanto para televisão como para cinema. Destacam-se alguns trabalhos, entre eles, como produtor da curta-metragem premiada no IV Festival de Curtas Metragens de Oeiras, “Pé de Feijão”, apresentado em festivais nacionais e internacionais, do documentário Craft, sobre as bordadeiras da Madeira, inserido no projecto Equal.
Também como produtor, foi responsável pelas produções do Programa Ponto Verde e Jornal Verde, exibidos no Canal 2 (RTP); Luz Verde, exibido no Axn. Como realizador da curta-metragem “Bilhete de Ida”, e do Making of da curta-metragem “29-41”.
Paralelamente, desempenha ainda a função de docente na Escola Superior Artística do Porto, onde lecciona a cadeira de Produção.
Participou, ainda, em vários projectos como foley e sound design, desenvolvendo e concebendo as trilhas sonoras, como é o caso do programa Mobiliário em Televisão, exibido na RTPN. Ainda na vertente do som, selecção de uma composição electroacústica “Morte do dó” para concurso no festival Black and White. Pontualmente, desempenha outras funções como editor, de curtas metragens, videoclips, programas de Tv e videoarte.

Catarina Afonso


Licenciada em 2005 pela Universidade Católica Portuguesa, em Som e Imagem, especialização Imagem T.V., Catarina Afonso, natural do Porto, conta já com alguns trabalhos que lhe permitiram diversificar, não só, as funções exercidas, mas também no estilo de registo.
Na filmografia, destacam-se alguns projectos, entre eles, a realização da curta-metragem “Pé de Feijão”, vencedor do IV Festival de Curtas Metragens de Oeiras e apresentado em diversos festivais nacionais e internacionais, fez ainda parte do programa de itinerância do ICAM; curta metragem “As Aventuras de D.Queixotes e Sancho Só Pança”; documentário “As Ilhas” sobre as ilhas (habitações sociais) do Porto; realização fotográfica e de vídeo na ilha da Madeira, intitulado Craft, documentário subordinado aos bordados da Madeira, inserido no programa Equal, no âmbito do projecto Trabalho Domiciliário: medidas e estratégias de intervenção. Este trabalho foi posteriormente exposto no Museu de Serralves, Porto.
Como assistente de realização, função que exerceu em programas como Ponto Verde e Jornal Verde, exibidos na RTP2; Mobiliário em TV, RTPN.
Na área de produção, como produtora da curta-metragem “Bilhete de Ida”, assistente de produção, na Gala Pirilampo Mágico; 1ª Gala World Press Cartoon. Tem desenvolvido, complementarmente, funções como argumentista, sonorização (foley) e grafismo. Na concepção e co-elaboração das trilhas sonoras do programa Mobiliário em Noticia; edição de vídeo clips e programas de diferentes vertentes, informativas e formativas, concepção de linhas gráficas, genéricos e separadores, de programas televisivos e vídeos institucionais.